AP – Água pressurizada 10 lts.
Indicado para combater incêndio causados por combustíveis sólidos como papel, madeira, tecidos.
CO2 – Gás Carbônico
Indicado para combater princípio de incêndio causado por líquidos inflamáveis e materiais elétricos energizados. É ideal para extinguir incêndios em equipamentos energizados sem deixar resíduos após a utilização.
PQS BC – Pó Químico Seco Bicarbonato de Sódio
Indicado para combater incêndio causado por líquidos inflamáveis e materiais elétricos.
PQS ABC – Pó Químico Seco Fosfato Monoamônico
O Fosfato de Monoamônico pode ser utilizado para combater as classes de incêndio A (combustíveis sólidos como papel, madeira, tecidos e etc), B (líquidos inflamáveis) e C (materiais elétricos energizados).
Espuma Mecânica
Recomendado para incêndios causados por materiais inflamáveis como álcool, gasolina, querosene, etc. Composto por um detergente concentrado, o extintor de espuma mecânica solta uma espuma que é formada pela interação do líquido gerador de espuma com a água e o ar. nunca deve ser empregado em incêndios em materiais eletricos, bem como em locais que contenham gordura e óleos, como cozinhas industriais e hospitais, que necessitam contar com um extintor classe K.
Extintor Classe D
Destina-se a combater incêndios para combustíveis e metais pirofóricos. Para essa classe de incêndio foram consideradas as características nos seguintes materiais: Sódio (Na), Zinco (Zn), Magnésio (Mg), Potássio (K), Bário (Ba), Cálcio (Ca), Alumínio (Al), Zircônio (Zr) e Titânio (Ti).Não deve ser usado para incêndio provocado por Lítio (Li).
Extintor Classe K
Desenvolvido especialmente para combater focos de incêndio ocasionados por gordura animal e vegetal, óleo, banha e altas temperaturas, em cozinhas industriais, restaurantes ou outros ambientes onde o preparo de alimentos utilize óleos e gorduras
AGENTE EXTINTOR FE 36
Utilizado normalmente para proteção de equipamentos sensíveis, por não deixar resíduo após a aplicação. também não danifica equipamentos com baixa temperatura, como pode ocorrer com o co2. Aplicações típicas de combate a princípios de incêndio são em instalações de comunicação, salas de informática, salas de controle, áreas de armazenamento de dados, manufatura eletrônica, ressonância magnética, museus, galerias de arte, laboratórios e aeronaves.
INSPEÇÃO E MANUTENÇÃO DO SISTEMA FIXO DE SUPRESSÃO
Sistemas fixos de supressão de incêndio garantem o acionamento automático em caso de incêndio no local, a exemplo das salas de transformadores e geradores, Fornos elétricos, Estufas de cabines de pintura, Armazéns de líquidos inflamáveis, Casas de máquinas de embarcações, Coifas e Dutos Industriais em empresas alimentícias, restaurantes, praças de alimentação, equipamentos que requeiram aplicações locais.
O serviço de inspeção consiste em exame periódico que se realiza nos equipamentos de proteção e combate a incêndio, com a finalidade de verificar se os mesmos permanecem em condições de operação e de conservação. A manutenção preventiva de um sistema de supressão de incêndio, é necessária a cada três meses, conforme legislação
A IT Nº 26/2019, do CBPMSP, estabelece as exigências para as instalações de sistema fixo de gases para combate a incêndio, conforme as exigências do Regulamento de segurança contra incêndio das edificações e áreas de risco do Estado de São Paulo, e
NBR 12232/2005 – Execução de sistemas fixos automáticos de proteção contra incêndio com gás carbônico (CO2 ) por inundação total para transformadores e reatores de potência contendo óleo isolante.